
Sim, o mundo é de quem gosta de chocolate e, ainda assim, não dispensa uma salada de rabanete. Herdarão o reino dos céus os que lêem Rhonda Byrne e seu segredo com o mesmo entusiasmo de quem saboreia Proust. Só sobreviverão os que colocam Noel Rosa e The Strokes na mesma playlist do Media Player.
Para o eclético, qualquer hora é hora e qualquer lugar é lugar. É o bissexual da cultura, o indeciso dos sabores. O eclético se recusa ficar compartimentado, segregado do resto do mundo. O eclético quer é farra.
O eclético adiciona todo mundo com quem simpatiza no Orkut, não só quem ele conhece pessoalmente. O eclético come picanha sangrando, mas não recusa um strogonoff de soja no capricho. O eclético toma vinho, cerveja, suco e Pepsi Twist, tudo sem exagero e na hora e clima corretos.
Um eclético fica menos tempo desempregado, pois aceita novas experiências com mais facilidade. O eclético sabe que nem todo mundo que é filiado ao PV, quer o bem da natureza e nem todo mundo que milita no DEM é um enviado de belzebu para destruir a vida na Terra.
Ecléticos surpreendem. Chegam de cabelo espetado pintado de pink e, numa boa, cantam uma Bossa Nova daquelas bem calminhas, só para contrariar. Ecléticos confundem suas namoradas ao sugerirem programas díspares como idas a museus, um show do Fundo de Quintal ou uma corrida naquela pista de kart perto do shopping. Só os ecléticos têm paciência para assistir o horário político enquanto esperam a novela das oito começar, finalmente, às nove e meia.
Na fila da locadora, há uma menina com vários dvd’s nas mãos: um clássico em preto e branco, um pacote com uma temporada inteira dos Simpsons e o último lançamento de Woody Allen. Com certeza, se trata de mais uma feliz e eclética cinéfila que vai passar no Mundial antes de ir para casa, para comprar pipoca e calda de chocolate para colocar por cima.
Ecléticos sofrem menos. Ecléticos vivem mais e ficam menos doentes. Ecléticos são mais interessantes e mais bonitos, pois estão sempre mudando o cabelo e experimentando novos estilos. Ecléticos são mais legais e sempre têm assuntos novos para aquele bate papo na fila do metrô. Ecletize-se você também.
Está lançada a nova panacéia da Era de Aquário.
Para o eclético, qualquer hora é hora e qualquer lugar é lugar. É o bissexual da cultura, o indeciso dos sabores. O eclético se recusa ficar compartimentado, segregado do resto do mundo. O eclético quer é farra.
O eclético adiciona todo mundo com quem simpatiza no Orkut, não só quem ele conhece pessoalmente. O eclético come picanha sangrando, mas não recusa um strogonoff de soja no capricho. O eclético toma vinho, cerveja, suco e Pepsi Twist, tudo sem exagero e na hora e clima corretos.
Um eclético fica menos tempo desempregado, pois aceita novas experiências com mais facilidade. O eclético sabe que nem todo mundo que é filiado ao PV, quer o bem da natureza e nem todo mundo que milita no DEM é um enviado de belzebu para destruir a vida na Terra.
Ecléticos surpreendem. Chegam de cabelo espetado pintado de pink e, numa boa, cantam uma Bossa Nova daquelas bem calminhas, só para contrariar. Ecléticos confundem suas namoradas ao sugerirem programas díspares como idas a museus, um show do Fundo de Quintal ou uma corrida naquela pista de kart perto do shopping. Só os ecléticos têm paciência para assistir o horário político enquanto esperam a novela das oito começar, finalmente, às nove e meia.
Na fila da locadora, há uma menina com vários dvd’s nas mãos: um clássico em preto e branco, um pacote com uma temporada inteira dos Simpsons e o último lançamento de Woody Allen. Com certeza, se trata de mais uma feliz e eclética cinéfila que vai passar no Mundial antes de ir para casa, para comprar pipoca e calda de chocolate para colocar por cima.
Ecléticos sofrem menos. Ecléticos vivem mais e ficam menos doentes. Ecléticos são mais interessantes e mais bonitos, pois estão sempre mudando o cabelo e experimentando novos estilos. Ecléticos são mais legais e sempre têm assuntos novos para aquele bate papo na fila do metrô. Ecletize-se você também.
Está lançada a nova panacéia da Era de Aquário.
( E VIVA A TEORIA DA CASQUINHA!)

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